Naquele entardecer o flautista sobrevivia soprando junto ao vento notas de nostalgia. Passantes que só tem pés e pressa, nem sequer notaram que o ar cantava outra melodia.
Minha filha que, naquele momento, tinha também ouvidos e alma chorou, e disse:

– “ mãe que coisa mais linda, põe um dinheiro no chapéu dele.”

Agradecemos.


Vídeo: Acervo Pessoal

Imagem: Flautista, 1958 / Portinari

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