Sobre a pedra branca de mármore, pequenos camponeses faziam sua colheita , – cenas desenhadas num pote de porcelana antiga. Era onde ela guardava o talco. Hedy manteve- o sempre ali, por toda sua vida. Sinto ainda a luz azul ,bem clara , que fugida do céu , entrava pela janela do apartamento no décimo andar. O pote de porcelana, a luz mansa no ar ,uma avó inteira, dias comuns, bem comuns. O melhor da vida, o que fica.

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