Tenho muitos amores sobre os quais gostaria de escrever um ensaio. Ao menos (já que a vida não é infinita e nossa ampulheta está virada) para os que me arrancaram da servidão empobrecedora aos ditames.
O próximo da lista (grandinha) será dedicado ao padre José Pedro de Capitães de Areia. Uma alma oceânica e sincera vivendo num mundo raso convencido e orgulhoso -pleno em suas poças.
Num mundo “ cão sem plumas “ como dizia João Cabral de Melo Neto.

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