Poesia e gerânios à função maternal do psicanalista

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Um brinde a todos que deitam sobre o mundo seu amor maternal e acolhem o que nascido jazia sem colo.
Sem nome.
Sem história.
Abandonado à orfandade.
Gerânios para àqueles que à luz de seu precioso candeeiro, alfaia herdada de suas tantas mães, lançam-se em belas e dramáticas odisseias para resgatar a pequena criança (que ainda vive na escuridão, nos bosques do sem-tempo dentro do adulto) . E que possa essa ,então,conhecer a aurora.

Imagem: Lidia Madeira

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