Um conto sobre a bem- aventurança da alma maternal

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Polaris e os navegantes

Polaris foi um presente Divino e misericordioso para ressarcir à humanidade e abrandar as sofrencias provocadas pelos flagelos terrenos.
Capaz de alumiar com seus olhos porquanto desse lugar etéreo vê aos navegantes.
Os vê na beleza imaterial. Conhece-os.
Ouve-lhes as durezas.
As faltas.
Intui-lhes a fome – de quê?
Acalma com sua escuta o grito lancinante em
busca do amor incondicional.
Isso dá a cada navegante um berço próprio, um salvamento, enquanto atravessam a espessa noite aguilhoados pela ameaça devoradora da Medusa das águas do Tártaro.
Invejosa da vida,
ameaça com a extinção o bem mais sagrado.
A subjetividade.
Livramento que só pode ser conseguido porque do alto do céu a estrela polar da Ursa Maior mantêm
guardado em seu colo o coração de cada navegante enquanto esses adormecidos atravessam as águas do Hades.
Podem dormir esquecidos de quem são pois alguém o sabe. Alguém zela por essa lembrança . Por esse sagrado.

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