Vejo nas cenas dioturnas amores e dores que vagam por vales afásicos.
Me aconchego num remanso.
Hospedo palavras viajantes,
velhas e esquecidas conhecidas.
Regresso ao trecho em que meu coração saltou à frente dos olhos.
Recolho os cacos e antevejo o mosaico.
Não os desenho, nem os colo-eu pobre aspirante.
Agrupam-se e desenham-se sem acato, sem servidão.
Insubmissos a minha vontade.
Próprios, únicos, genuínos.
Os mosaicos das fagulhas,
dos momentos.

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